Hospital de Olhos Leiria de Andrade

Olho seco

Doença crônica da superfície ocular por falta ou má qualidade da lágrima. Muito comum e subdiagnosticada.

Olho seco não é só 'pouca lágrima': na maior parte das vezes o problema é de qualidade. Sem a camada de óleo produzida pelas glândulas da pálpebra, a lágrima evapora rápido demais.

Por isso é comum o paciente lacrimejar e ainda assim ter olho seco: a irritação da superfície provoca um lacrimejamento reflexo, aquoso, que não protege.

Tempo de tela, ar-condicionado, uso de lentes de contato, alguns medicamentos e alterações hormonais pioram o quadro. É crônico, mas responde bem a tratamento consistente.

Sinais e sintomas

  • Ardência e sensação de areia
  • Olho vermelho no fim do dia
  • Visão que embaça e melhora ao piscar
  • Lacrimejamento paradoxal
  • Desconforto com ar-condicionado e telas
  • Intolerância a lentes de contato

Mais de 50 anos de oftalmologia em Fortaleza. O Hospital de Olhos Leiria de Andrade é acreditado pela ONA e reúne subespecialistas, diagnóstico por imagem e centro cirúrgico próprio, atendendo do exame de rotina ao caso complexo.

Perguntas frequentes

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Colírio lubrificante vicia?

Não. Lubrificante não causa dependência. Prefira os sem conservante se o uso for frequente, várias vezes ao dia.

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Olho seco tem cura?

Costuma ser crônico, mas o controle é muito bom. O tratamento combina lubrificação, cuidado com as glândulas palpebrais e ajuste dos fatores que pioram o quadro.

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Colírio de 'tirar vermelhidão' resolve?

Não, e pode piorar. Esses colírios contraem os vasos e mascaram o problema: o efeito rebote deixa o olho mais vermelho com o tempo.

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